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Semana passada tava de folga, foi uma maravilha. Tava precisando de descanso msmo, há tempos não sabia o que era a palavra ócio.
Ah, e achei meu crachá. Quer dizer, não tava perdido, lembrei que tava no carro de uma colega de trabalho =D
A novidade é que eu tenho uma novidade: mudei pro prédio que estavam reformando. Tudo mto lindo: melhor vista de Brasília, mesa grandona, banheiro só nosso, cozinha só nossa, fiquei até metida sabe… Pena que vou aproveitar pouco tempo, já que vou sair em janeiro :/
Tava vendo como são as pessoas. Reagem de acordo com a expressão que fazemos. O que um sorriso não faz (NH1).
Hoje eu to de óculos. To parecendo a Beth a Feia (na época que eu escolhi achei o óculos bonito…). Apareceu um caroço no meu olho que ta doendo horrores, daí não posso usar lente ¬¬
Definitivamente hoje não é o meu dia.
Estava atrasadíssima pro serviço, fui arrumar as coisas pra levar e, cadê meu crachá???
Joga a bagunça “prum” lado, joga a bagunça pro outro e, NADA.
Lembrei que a minha mãe tinha lavado minha bolsa preferida (aquela que já tá toda acabada e destruída, mas é como se fosse de estimação, pq foi comprada numa viagem). Liguei pra ela. “Não tinha nada dentro dela, e o que tinha coloquei na sua cama” ela disse.
Já era. “Ou ela jogou fora ou sumiu de vez. Ela com essa mania de lavar ou jogar tudo fora…pq não deixa sujo, mofando, criando vermes?!” pensei. Tá, eu sei que não tinha tempo pra pensar, mas veio milhares de pensamentos enquanto jogava os troço de um lado pra outro. Coisa mais engraçada do mundo eu de roupão aberto, touca na cabeça, procurando roupa e crachá ao mesmo tempo.
A culpa também é daquele motorista ridículo e insuportável da empresa, que reclama de tudo e COM certeza iria xaropar por causa do crachá. Juropordeos, imaginei a cara de merda dele “cuspindo” palavras inúteis.
Tá, continuando a história do desespero, ainda tinha a questão da comida. Pra quem não sabe, eu tenho que levar “malmita” (se fosse almoçar em casa teria q almoçar 10:15 da manhã, pq entro 12:00). Ainda bem que já tinha arrumado, faltava só colocar na bolsa.
Peguei a 1ª roupa que achei na minha frente (incluindo sapato), peguei a bolsa e fui sem crachá. Corrí igual aos africanos/angolanos numa maratona da São Silvestre.
Lá vinha o ônibus. Entrei com a maior cara de pau com uma expressão “eu estou certa e vc errado”. Ele não falou nada, só fez a cara de fezes de sempre.
Sentei, quer dizer, me joguei no banco.
Pega um passageiro, pega outro e, MEODEOS MINHA BLUSA ESTÁ VESTIDA AO CONTRÁRIO!!!
Na frente, estava quase me enforcando, e atrás, aquela coisa pelada.
Automaticamente olhei pra calça pra ver se TAMBÉM não tinha alguma coisa errada. Não. Seria muita coisa pra um dia só.
Pra minha “sorte” poucos devem ter reparado, já que sento mais pra trás.
Vamos ver o que mais pode acontecer, não acabou o dia ainda…
:~
Contar até 10 é pouco pra aguentar essa ser humana…
Mal chegou já fica aí, dando tiradas e fazendo gracinhas…
Quando ficar sem dentes, vai ficar uma gracinha.
(quem olha pensa até que eu sou um maike taison na vida =P)
Só eu mesmo pra comer melancia em cima do pc do serviço, e depois ficar com os braços grudados e melequentos….
Ah, mas pra quem tira o sapato/sandália e fica muitíssimo à vontade no “ambiente organizacional”, comer melancia no pc é fichinha =P
Só faltou trazer raquetes e bolinha de ping pong….
Olha, não seria má idéia, eu faria os computadores de rede e faria campeonatos, quem perdesse pagaria o lanche da semana! Não, lanche da semana não, é muito pouco, daria um churrasco em sua casa com direito a buffet completo e garçons bonitões =p
É melhor eu não me animar muito, afinal, sou péssima no ping pong/frescoball e afins, e quem seafood seria eu.
O ideal mesmo é quem perder, faria o trabalho dos outros. Até o do estagiário (que por sinal, sou eu).