Arquivado em: besteiras, homens, música, voz | Tags: baterista, música, melô do papel, voz
Sim, sou o tipo de pessoa que de vez em quando ouve o melô do papel. E quando chega na parte que o baterista canta aumento (aquela voz dele viu, uiuiui).
Arquivado em: besteiras, lembrança criança | Tags: besteiras, lembrança criança
Tava lembrando aqui de quando eu era criança. Somos 3 manenhos com diferença de idade de 6 em 6 anos, e sempre ouvia minha mãe falar com as colegas “tenho 3 filhos, sempre engravidei de 6 em 6 anos e nunca evitei”. Lá vai eu pra escola (e pra todo lugar em que abria a boquinha) falar “minha mãe tem 3 filhos, todos de 6 em 6 anos, e nunca evitou”. É lá vinha meus coleguinhas pergunatarem “evitar o quê???” . Esse era o problema. Nem eu sabia o que era evitar (ARHAURHAURHA). E quando as professoras ouviam…elas ficavam olhando com uma cara de assustadas pra mim. Como se eu fosse aquelas meninas precoces, que mal nasceu e já quer saber de todo o “processo”.
Teve uma época, acho que com uns 7,8 anos parei com isso….(claro, tbm se não parasse eu ia virar a vergonha da família) *exagero*
“a menina que não sabe o que é evitar, mas sabe que sua mãe evitou”
Claro, que com o processo evolutivo do meu ser e a “não precisança” de falar sobre isso EVITEI essas coisas de falar sobre o que não sei…
Mas semana passada, tava conversando com uma menina (que faz 1 matéria cmg), e começamos a conversar sobre irmãos, quando ela pergunta “qual a difrença de idade dos seus irmãos”. Pra mim foi como se tivesse uma máquina do tempo e estivesse lembrando de todo aquele meu “vocabulário extenso”. Logo respondi “temos diferença de idade de 6 anos”. SÓ. Nada mais do que isso. Mas ela insistiu “mas sua mãe nunca EVITOU?”. UIA! Acertou a faca no meu pulmão (gosto do pulmão hehe). Respondi “sim sim…ela nunca evitou”. Já com os olhos cheios de lágrimas e o pulmão espedaçado.
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Os homens daqui de onde eu trabalho falam tããão mal de casamento, que até fico com um certo receio no assunto….
Estávamos falando de aventuras radicais quando sai uma dessa: “eu já fiz uma aventura radical perigosíssima…………….CASEI!”
Isso porque todo santo dia as 2 figuras masculinas daqui, ficam agonizando e tratando o casamento como um verdadeiro filme de terror. Além de aterrorizar o casamento alheio e falar mal de toda mulher que vem aqui (como no dia em que veio uma juíza nova, bonita e RICA, e um deles ficaram falando que a perna dela era fina, mas isso é assunto pra outro post); eles simulam situações em que os respectivos maridos estão em certo “perigo”.
PODE?!
Ainda bem que deixo entrar por um ouvido e sair por outro, pelo contrário ficaria horrorizada em casar em ter família :P
E aí fica aquela frase: “Não dê ouvido aos outros”
ahuahauhauahuahau
Piadinha pra terminar:
Briga de Casal….
O marido e a mulher não se falavam há uns três dias… Entretanto, o homem se lembrou que no dia seguinte teria uma reunião muito cedo no escritório.
Como precisava levantar cedo, resolveu pedir à mulher para acordá-lo. Mas para não dar o braço a torcer, escreveu num papel: ‘Me acorde às 6 horas da manhã’.
No outro dia, ele levantou e quando olhou no relógio eram 9h30.O homem teve um ataque e pensou: ‘Que absurdo! Que falta de consideração, ela não me acordou…’
Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou num papel no qual estava escrito: ‘…São seis horas, levanta!!!’
Moral da História: Não fique sem falar com as mulheres, elas ganham sempre, estão certas sempre e são simplesmente geniais na vingança!!!!!!
‘O casamento é a relação entre duas pessoas, onde uma está sempre certa e a outra é o marido’
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Aiiiiiiiiiiiiiii !!!
To com uma agonia imensa de não fazer nada!
E essa agonia vai aumentando aumentando, ao ponto qe dá vontade de gritar até estourar os vidros.
Eu sei que às vezes não fazer nada é bom, mas eu já estou há exatamente 2 horas e 14 minutos sentada numa cadeira, olhando pra uma tela de computador sem ter expectativa nenhuma do que fazer e quase explodindo de aflição!
Até curso a distância de EXCEL eu já fiz, de tão sem graça que tá essa situação aqui.
A situação vai piorar é se eu continuar nesse estado deplorável do ócio. Isso se for mesmo ócio, porque até no ócio se esforça mais.
Já contei os ferrinhos da janela, do ar-condicionado, do teto. Só falta ver desenhos nas nuvens. Olha! É mesmo, ainda não fiz isso, boa idéia essa minha! Pelo menos é melhor do que contar ferrinho. =/
Ontem eu tava voltando do serviço e tinha uma menina passeando com seu cachorro. Ele era grande e feio.Tá, deve ser porque eu não gosto de cachorros
Mas eu acho que pra quem gosta, ele era bonito e caro. Foi aí que eu fiquei pensando “Porque eu não gosto de cachorros?”. Deve ter sido a mordida que eu levei quando era pequena. Trauma sempre tem a ver com medos. Ainda por cima quando ‘o trauma’ se chama Chapolin e é manco. Sim, o cachorro se chamava Chapolin e era, MANCO. Me senti o Tripa-seca, só que mais inferior, porque o Chapolin verdadeiro nem é manco, e o falecido (imagino) cachorro, era.
Recebi esse texto do Luis Fernando Veríssimo (aí embaixo) por email – Ri demás!
Lembrei da minha futura atual terapeuta…….
(e amiga)
CRÔNICA DA LOUCURA
(Luis Fernando Veríssimo)
>
> O melhor da Terapia é ficar observando os meus colegas loucos.
> Existem dois tipos de loucos. O louco propriamente dito
> e o que cuida do louco: o analista, o terapeuta, o psicólogo e o
> psiquiatra. Sim, somente um louco pode se dispor a ouvir a loucura de
> seis ou sete outros loucos todos os dias, meses, anos. Se não era
> louco, ficou.
> Durante quarenta anos, passei longe deles.
> Pronto, acabei diante de um louco, contando as minhas loucuras
> acumuladas. Confesso, como louco confesso,
> que estou adorando estar louco semanal.
> O melhor da terapia é chegar antes, alguns minutos e ficar observando
> os meus colegas loucos na sala de espera.
> Onde faço a minha terapia é uma casa grande com oito loucos analistas.
> Portanto, a sala de espera sempre tem três ou quatro ali, ansiosos,
> pensando na loucura que vão dizer dali a pouco.
> Ninguém olha para ninguém. O silencio é uma loucura.
> E eu, como escritor, adoro observar pessoas, imaginar os nomes,
> a profissão, quantos filhos têm, se são rotarianos ou leoninos,
> corintianos ou palmeirenses.
> Acho que todo escritor gosta desse brinquedo, no mínimo, criativo.
> E a sala de espera de um ‘consultório médico’, como diz a atendente
> absolutamente normal (apenas uma pessoa normal lê tanto Paulo Coelho
> como ela), é um prato cheio para um louco escritor como eu.
> Senão, vejamos:
> Na última quarta-feira, estávamos:
> 1. Eu
> 2. Um crioulinho muito bem vestido,
> 3. Um senhor de uns cinqüenta anos e
> 4. Uma velha gorda.
> Comecei, é claro, imediatamente a imaginar qual seria o problema
> de cada um deles. Não foi difícil, porque eu já partia do principio
> que todos eram loucos, como eu. Senão, não estariam ali,
> tão cabisbaixos e ensimesmados.
> (2) O pretinho, por exemplo. Claro que a cor, num país racista
> como o nosso, deve ter contribuído muito para leva-lo
> até aquela poltrona de vime.
> Deve gostar de uma branca, e os pais dela não aprovam o namoro
> e não conseguiu entrar como sócio do ‘Harmonia do Samba’?
> Notei que o tênis estava um pouco velho. Problema de ascensão social,
> com certeza. O olhar dele era triste, cansado. Comecei a ficar com
> pena dele. Depois notei que ele trazia uma mala.
> Podia ser o corpo da namorada esquartejada lá dentro.
> Talvez apenas a cabeça. Devia ser um assassino, ou suicida, no mínimo.
> Podia ter também uma arma lá dentro. Podia ser perigoso.
> Afastei-me um pouco dele no sofá. Ele dava olhadas furtivas
> para dentro da mala assassina.
> (3 )E o senhor de terno preto, gravata, meias e sapatos também pretos?
> Como ele estava sofrendo, coitado. Ele disfarçava, mas notei
> que tinha um pequeno tique no olho esquerdo. Corno, na certa.
> E manso. Corno manso sempre tem tiques. Já notaram?
> Observo as mãos. Roía as unhas. Insegurança total, medo de viver.
> Filho drogado? Bem provável. Como era infeliz esse meu personagem. Uma
> hora tirou o lenço e eu já estava esperando as lágrimas
> quando ele assoou o nariz violentamente, interrompendo o Paulo Coelho
> da outra. Faltava um botão na camisa. Claro, abandonado pela esposa.
> Devia morar num flat, pagar caro, devia ter dívidas astronômicas.
> Homossexual? Acho que não.
> Ninguém beijaria um homem com um bigode daqueles. Tingido.
> 4) Mas a melhor, a mais doida, era a louca gorda e baixinha.
> Que bunda imensa. Como sofria, meu Deus. Bastava olhar no rosto dela.
> Não devia fazer amor há mais de trinta anos. Será que se masturbaria?
> Será que era esse o problema dela? Uma velha masturbadora? Não!
> Tirou um terço da bolsa e começou a rezar.
> Meu Deus, o caso é mais grave do que eu pensava.
> Estava no quinto cigarro em dez minutos. Tensa. Coitada.
> O que deve ser dos filhos dela? Acho que os filhos não comem
> a macarronada dela há dezenas e dezenas de domingos.
> Tinha cara também de quem mentia para o analista.
> Minha mãe rezaria uma Salve-Rainha por ela, se a conhecesse.
> Acabou o meu tempo. Tenho que ir conversar com o meu psicanalista.
> Conto para ele a minha ‘viagem’ na sala de espera.
> Ele ri, ….. ri muito, o meu psicanalista, e diz:
> – O Ditinho é o nosso office-boy.
> – O de terno preto é representante de um laboratório multinacional
> de remédios lá no Ipiranga e passa aqui uma vez por mês
> com as novidades.
> – E a gordinha é a Dona Dirce, a minha mãe.
> – E você, não vai ter alta tão cedo…’
Arquivado em: agonia
Pois é, tem esse caso aí da menina que caiu do prédio….
Quero ver quando acharem o culpado (a). Já acabaram de vez com a vida do pai msmo. O cara pode ser até o mais inocente possível, mas com tudo isso que já fizeram com ele, quero ver ele ter vida de novo. Imagina a imagem do cara aí na sociedade. O brasileiro é tão maldoso, que msmo depois do PAPA falar que o cara é inocente, ainda serão capazes de tacar pedra nele por aí. Fico com dó dessas coisas. Sei lá, tbm não to achando que ele é inocente ou não, só to enfatizando esse negócio de julgo precipitado. Isso me dá agonia.
Pois é…to começando esse blog aqui….não sei nem como poderei mantê-lo, pois minha grave doença – preguiçite aguda – pode atrapalhar o desenvolvimento deste. Como podem ver, uma das minhas características é o exagero. Sim sim, o exagero ocupa 80% desta ser humana. Sem exagero nenhum.